Sobre o sequestro criativo: uma alegoria pré-combinada

LUIZ PIEROTTI - Nesse texto, proponho uma clara metáfora. Uma figuração previamente acertada porque, em vias de fato (e excesso de tempo), a pena me anda estranha e não me sinto na capacidade de bolar alegorias claras e performáticas. Falarei sobre amor, afeto e vida, mas em seu lugar, nos pixels que lhes tomarão espaço,... Continuar Lendo →

Arte pela Arte

RUBENS NOGUEIRA (Blog Antes Que me Esqueça) - Em 1927 o cinema ganhou voz. Até então, os filmes eram mudos, isto é, sem voz humana, como se pode ver nas pequenas e geniais produções de Charlie Chaplin. Esse pequeno homem foi, junto com sua primeira esposa, pioneiro na produção de pequenas joias em preto e branco – filmes de uma parte, como se dizia.

Outro Olhar: enigmas e labirintos

CARLOS ARAÚJO (Blog Outro Olhar) - A vida pode ser comparada a uma longa viagem. Podemos traçar um roteiro, mas nem sempre o destino pretendido pode ser alcançado. Acidentes de percurso, curvas perigosas, desvios forçados e outros imprevistos podem mudar os sentidos do caminho traçado. E para o viajante, o importante é ir em frente e curtir os bons ventos da jornada.

Reprodução, arte e transformação

MARCELLO FONTES (Blog Em toda e em nenhuma parte) - A um clique, tudo se apresenta e pode ser fruído. Reproduz-se quase tudo de modos múltiplos e cada vez mais ágeis. Copiamos, modificamos e a partir daí produzimos novos conteúdos com os mais diversos formatos. Quais as consequências disso para a arte? O que acontece com ela quando é reproduzível de modo quase infinito?Para Walter Benjamin, este processo causa na obra de arte a perda de sua "aura", que consistiria naquele "aqui e agora" próprios daquilo que seria a obra de arte original, e que daria valor cultural, autenticidade e unicidade a ela. Com a possibilidade da reprodução, todo o conceito estético clássico de beleza e as categorias daí deduzidas sofrem mudanças profundas e definitivas. A própria noção de autenticidade passa a não ter mais sentido diante da reprodutibilidade.

A Tempestade e o Ímpeto da modernidade: um Brasil em chamas

LUIZ PIEROTTI - Há quase 5 séculos, na Alemanha, se criava a expressão Sturm und Drang (Tempestade e Ímpeto), termo utilizado para se referir ao movimento romântico que despontava na região. Guiado por grandes nomes como Friedrich Schiller e Johann Wolfgang von Goethe, o movimento negava todo o racionalismo presente no iluminismo que reinava até... Continuar Lendo →

O sonho emprestado (conto). Parte 1: Sobre homens, flautas e parafusos

JOSÉ CARLOS FINEIS - É curioso notar como detalhes insignificantes, coisas aparentemente sem importância, podem ter grandes repercussões para indivíduos, países e até para a humanidade. Sabe aquele parafuso que o mecânico esquece de apertar ao recolocar a tampa da caixa de não sei o quê na fuselagem do avião, antes de liberá-lo para o... Continuar Lendo →

As novas cores de Rimbaud

LUIZ PIEROTTI - Há, por vezes, jovens geniais que parecem vir à Terra com um único motivo: causar inveja aos demais habitantes locais. Isaac Newton, Wolfgang Amadeus Mozart, Maria Gaetana Agnesi, dentre outras personalidades que – ainda crianças – já mantinham uma produção sólida e preciosíssima, seja no campo da arte, da ciência, da política,... Continuar Lendo →

Terceira Margem: o conto, um coletivo

LUIZ PIEROTTI - O ano, 1962. Era publicado a obra Primeiras Estórias, sexto livro do grande escritor mineiro João Guimarães Rosa. Composto de 21 contos, traz consigo uma pérola da literatura nacional, o conto "A Terceira Margem do Rio". Enigmático, plural, impactante, a "terceira margem" é uma história que se reinventa a cada nova leitura,... Continuar Lendo →

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